PREVALÊNCIA DO CÂNCER DE PELE NA PARAÍBA ENTRE 2000 E 2008 E SUA RELAÇÃO COM OS MECANISMOS MOLECULARES

Autores

  • Sielane Conceição Batista de Morais
  • Ideltonio José Feitosa Barbosa

DOI:

https://doi.org/10.35572/rsc.v8i2.53

Palavras-chave:

Câncer de pele; Radiação UV; Mecanismos moleculares.

Resumo

Introdução: O câncer de pele se apresenta por duas variantes: melanoma e não melanoma. Pode-se relacionar tanto à características individuais quanto ambientais, como também fenótipo, histórico familiar, tipo de pele e nível de exposição à radiação ultra-violeta (UV) Objetivo: Demonstrar a prevalência do câncer de pele na Paraíba e sua relação com os mecanismos moleculares, elencando os principais fatores predisponentes e seus mecanismos indutores. Método e Materiais: Tratou-se de uma pesquisa documental e bibliográfica com abordagem quantitativa e qualitativa. Os dados foram retirados do DATASUS para confrontar com o observado na literatura e descrever aspectos relacionados à carcinogênese. Resultados: Evidenciou-se um aumento no número de casos de câncer de pele do ano de 2001 a 2008 na faixa etária de 60 a 69 anos e de mais de 70 anos, mantendo-se em uma faixa de 60% dos casos. Em relação ao gênero, apresentou uma porcentagem de 60% para masculinos e 40% femininos. Demonstrou-se que a cor prevalecente com maior incidência é a branca, com faixas de até 92,5%. O tempo de exposição ao raios UV também é fator relacional, pois esses atuam através da formação de espécies reativas de oxigênio (ROS), ativando fatores envolvidos na transcrição do DNA, resultando em mutação no DNA mitocondrial. Conclusão: O câncer de pele prevalece em indivíduos com idade superior a 60 anos e se relaciona ao tempo de exposição à radiação UV, o qual tem ligação direta com a quantidade de melanina presente e à função que a mesma exerce frente à radiação solar.

Publicado

2019-08-30

Edição

Seção

Seção Temática Multidisciplinar sobre o Câncer