ASSOCIAÇÃO ENTRE A PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA E A SÍNDROME PRÉ-MENSTRUAL EM ESTUDANTES DE FISIOTERAPIA
DOI:
https://doi.org/10.35572/tqbss095Palavras-chave:
Tensão pré menstrual, Atividade física, Fisioterapia, EstudantesResumo
Objetivo: Avaliar a associação entre a prática de atividade e a sintomatologia da síndrome pré-menstrual em estudantes de fisioterapia. Método: Tratou-se de um estudo transversal, quantitativo, descritivo, com uma população de 73 alunas de fisioterapia. Os dados foram coletados através de questionários online. O diagnóstico de Síndrome Pré-Menstrual (SPM) se deu pelo questionário PSST (Premenstrual Syndrome Screening Tool) e a classificação do nível de atividade física pelo questionário IPAQ (International Physical Activity Questionnaire). Resultados: A análise apontou que 74% da amostra tinha a SPM. Dentro da classificação de atividade, encontrou-se as maiores porcentagens de pessoas ativas (59,2%) e muito ativas (20,4%), respectivamente, e a menor taxa de sedentárias (5,5%). Foi encontrada associação com o nível de atividade física (NAF) os sintomas de ansiedade/tensão, dificuldade de concentração, fadiga/falta de energia e interesse diminuído nas atividades de trabalho. Conclusão: Identificou-se uma alta prevalência de SPM em estudantes de fisioterapia e a maioria das alunas foi considerada ativa ou muito ativa. Houve associação entre o NAF e sintomas de ansiedade/tensão, dificuldade de concentração, fadiga/falta de energia e interesse diminuído nas atividades de trabalho, expressando diferentes intensidades conforme a frequência e duração da prática de atividade.